Campanha de Dilma planeja atrair adesão de quase 4 mil prefeitos

A ordem na campanha de Dilma Rousseff (PT) é atrair o maior número de prefeitos dos partidos aliados e transformá-los em cabos eleitorais. A estratégia é explorar um potencial de 3.904 administradores municipais que serão orientados a mostrar à população que as principais realizações do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tiveram o dedo da pré-candidata petista.

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Além disso, o discurso pré-determinado prevê repassar ao eleitor a tese de que, vitorioso, o pré-candidato do PSDB, José Serra, acabará com as benfeitorias proporcionadas pelo dinheiro extra do Bolsa Família, a ligação elétrica do Luz para Todos e as obras de saneamento básico previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

A mobilização ficará por conta do grupo de deputados da base aliada, coordenados pelo núcleo paulista de ex-presidentes da Câmara: Arlindo Chinaglia (PT-SP), Aldo Rebelo (PCdoB-SP) e João Paulo Cunha (PT-SP). “Queremos o engajamento de todos”, disse o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP). Esse grupo tem um braço no governo. O subchefe de Assuntos Federativos da Secretaria de Relações Institucionais, Olavo Noleto Alves. É dele o mapa das prioridades em cada município.

A ideia dos parlamentares é explorar esses projetos fundamentais para arregimentar o exército de cabos eleitorais por meio de uma enorme rede de influência. A lógica mostra-se simples: um deputado federal precisa do apoio de prefeitos e vereadores de determinada cidade para aumentar o número de votos e ganhar a eleição. Essa aliança é cultivada ao longo dos quatro anos de mandato com a liberação de emendas parlamentares, utilizadas para construção de pequenas obras, como postos de saúde, escolinhas, cisternas etc. Esse dinheiro gera uma fatura a ser cobrada pelos deputados na hora da campanha. E os prefeitos pedirão votos para quem mais levantou recursos.”
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