Dilma vai ao JN e Bonner perde a linha


João Paulo Marat, BrasilWiki

“(...)Sobre o controle que o presidente exerce sobre ela, teve personalidade: "O pessoal tem que escolher o que eu sou. Uns dizem que eu sou uma mulher forte; outros, que eu tenho um tutor". Sobre alianças suspeitas e sobre a afirmação de Bonner de onde o PT errou ao se aliar a políticos que antes criticava, Dilma mais uma vez mostrou-se bem e virou o foco da questão. "A pergunta é outra: onde o PT acertou? O PT acertou ao perceber que é preciso governar o país com uma aliança ampla. Nós não aderimos ao pensamento de quem quer que seja", disse.

No final, saldo positivo para a candidata. Na Internet, os elogios. "Dilma dominou a cena. Pareceu mais à vontade que os entrevistadores", disse o colunista do Globo Ricardo Noblat. "Saiu-se bem a candidata Dilma no JN. Um pouco acima das expectativas dos adversários e um abaixo da de sua equipe exigente. Oito, em nota", cravou o jornalista e analista político de O Globo Jorge Bastos Moreno. "Dilma foi bem em algumas respostas, como ao falar das contradições políticas do PT dizendo que é preciso construir aliança ampla", avaliou Miriam Leitão, também do Globo.

Depois da TV Globo, Dilma Rousseff deu entrevista à Globo News. Desta vez, bem mais amena. Após, foi elogiada por Merval Pereira e Cristiana Lobo.
O destaque esdrúxulo ficou para a destemperança do editor-chefe do Jornal Nacional, William Bonner, pois não há razão para que agisse assim. O problema é que, para manter a igualdade de tratamento, justa e esperada, Bonner precisará manter a mesma postura para os outros candidatos, o que significa, por exemplo, cobrar de José Serra a aliança com Orestes Quércia, ou sobre o fato de José Roberto Arruda ter sido considerado o vice de seus sonhos, tudo com a mesma intensidade que fez com Dilma. A conferir.”
Foto: reprodução
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