Dilma: “Nós acreditamos na força da iniciativa privada no Brasil. Só não achamos que o Estado, por isso, não tem de estar presente.”

O Noticiado

“Em entrevista ao Bom Dia Brasil, da TV Globo, a candidata à presidência Dilma Rousseff defendeu o papel do Estado como indutor do desenvolvimento em parceria com a iniciativa privada. Destacando o papel do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), ela lembrou que o Brasil superou a fase da falta de crédito de longo prazo para financiamento de grandes obras de infraestrutura.

“Nós acreditamos na força da iniciativa privada no Brasil. Só não achamos que o Estado, por isso, não tem de estar presente, dando as condições para o investimento. Hoje, nós temos crédito de longo prazo graças ao BNDES”, afirmou, explicando que, antes do governo Lula, os empréstimos com prazo maior eram de cinco anos, o que impedia investimentos em hidrelétricas, gasodutos e refinarias de petróleo.

Segundo Dilma, o Brasil desfruta hoje de condições para avançar também nos investimentos sociais. Ela alertou que o presidente Lula assumiu o governo com dificuldades nas contas públicas, inflação a 12% ao ano, uma alta dívida com o FMI (Fundo Monetário Internacional) e uma taxa de crescimento da economia baixa.

A mudança, disse Dilma, foi consolidada no segundo mandato do governo Lula, ou seja, a partir de 2006. “Foi quando a gente conquista todas as condições para colocar o investimento na ordem o dia e gerar emprego.”

Além das obras de saneamento que já começaram com o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), serão construídas 6 mil creches, 2 milhões de moradias populares e 500 UPAs (Unidades de Pronto-atendimento) no seu governo. “Eu acho que uma das coisas mais graves é fato de a gente não ter investido em saneamento. Os gastos com saneamento nos períodos passados eram pífios e nós elevamos este investimento em três vezes”, ressaltou.”
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