A Presidente brasileira, Dilma Rousseff, enumerou hoje no Fórum de Boao, China, as vantagens de se investir no Brasil

Agência Lusa

“A Presidente brasileira, Dilma Rousseff, enumerou hoje no Fórum de Boao, China, as vantagens de se investir no Brasil, lembrando que é uma nação que está “num momento de expansão”, noticia a imprensa brasileira.

No seu discurso, Dilma Rousseff explicou que o Brasil precisa de investimentos no setor das infraestruturas - para a modernização das suas redes de distribuição e dos seus aeroportos - e no setor energético, com a construção de refinarias e gasodutos.
O país também pretende ampliar os investimentos na área da ciência, tecnologia e informação, indicou.

O Brasil está num “momento de expansão e com excelentes oportunidades de investimento”, disse a Presidente no seu discurso no plenário do fórum, os presidentes da China, Hu Jintao, Rússia, Dmitri Medvedev, e África do Sul, Jacob Zuma, o primeiro-ministro espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero, entre outros.

No último dia da visita oficial à China, Dilma Rousseff ofereceu um país “com democracia e estabilidade política, comprometido com os direitos humanos e com a sustentabilidade do meio ambiente”.

“O Brasil reconhece a importância das economias asiáticas”, disse a Presidente, mostrando-se “propícia a todas as iniciativas de desenvolver intercâmbios” e melhorar as relações entre Ásia e América Latina, “as duas regiões do mundo que mais crescem”.

Afirmando que o mundo atravessa um momento de “transformações profundas”, a chefe de Estado brasileira considerou que a “Ásia é um pólo emergente e a América Latina é um ator económico relevante”.

Também o ex-Presidente brasileiro, Lula da Silva, defendeu na quinta-feira, em Londres, as “crescentes oportunidades de investimento” que a América Latina e o Brasil, em particular, oferecem no atual cenário de crise.

Lula da Silva destacou que a região “cresce com grande rapidez, com infraestruturas integradas de transporte, energia e telecomunicações”.

Enquanto os chamados países desenvolvidos enfrentam baixo crescimento económico e altas taxas de juro, os países da América Latina “alcançaram no final de 2010 um alto crescimento no Produto Interno Bruto (PIB)”, disse.

Referindo-se especificamente ao Brasil, o ex-Presidente disse que o país “está a projetar uma imagem de grande respeito no estrangeiro, de país com democracia consolidada, que vive em paz com os seus vizinhos, que tem uma economia vigorosa e equilibrada capaz de promover o crescimento económico, enquanto fomenta a inclusão social”.
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