Dilma Rousseff enaltece "Renascimento Angolano"


O País

“A Presidente do Brasil, Dilma Rousseff considerou o “renascimento angolano”, como paradigma para as nações do continente africano que buscam de igual forma o desenvolvimento económico e social com estabilidade política.

Falando Quinta-feira, 20, no almoc
̧o que lhe foi oferecido pelo seu homólogo José Eduardo dos Santos, por ocasião da sua primeira visita oficial a Angola, Dilma Rousseff afirmou, parafraseando Agostinho Neto, que o nosso país é um exemplo de esperança e daquela fé que alimenta a vida.

Para Dilma Rousseff, o mundo reconhece a importa
̂ncia do crescente engajamento de Angola em prol da estabilidade política no contexto africano, pelo seu apoio aos povos em guerra, sublinhando que “este país é exemplo da possibilidade de construir a paz e levar adiante a reconstrução nacional”.

Citou o apoio de Angola à GuinéBissau o que tem contribuído no ingente esforc
̧o pela estabilidade e recuperação económica daquele país africano de expressão portuguesa, onde o seu país também presta o devido apoio ao lado da missão angolana.
Dilma Rousseff reafirmou a prédisposic
̧ão do seu país em caminhar lado a lado com Angola na construção de um mundo mais justo, seguro e solidário, defendendo pontos de vista que satisfaçam os interesses internacionais e regionais onde cada um dos países está inserido.

Para já, a Presidente do Brasil é de opinião que é sob a lideranc
̧a política de África que se irão encontrar as melhores soluções para os problemas africanos, numa clara rejeição à ingerência de potências estrangeiras nos assuntos que dizem respeito ao continente.
Em seu entender, o cenário internacional atravessa fase de aceleradas transformac
̧ões onde os países emergentes, como Angola e o Brasil, são chamados cada vez mais a ocupar o espaço que lhes cabe.
Ela manifestou-se contra a concentrac
̧ão do poder ao nível dos órgãos multilaterais que representam os países desenvolvidos, por entender que hoje está ultrapassada, representando por isso uma ordem internacional que não mais existe.

“Ela não reflecte a realidade e a forc
̧a emergente dos países em desenvolvimento. Não reflecte continentes inteiros, como é o caso da América Latina e da África”, afirmou.

Na sua intervenc
̧ão, Dilma Rousseff não deixou de focalizar a acção do seu país junto da ONU, visando a sua reforma, seja do Conselho de Segurança das Nações Unidas, seja das instituições financeiras multilaterais no plano internacional.”
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