Dilma lança plano para melhorar saneamento em 1.116 municípios


Agência O Globo 

“A presidente Dilma Rousseff participou nesta quarta-feira da cerimônia de contratação de obras de saneamento básico para municípios de até 50 mil habitantes, dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2). No total, serão investidos R$ 3,7 bilhões em 1.114 obras de abastecimento de água e esgotamento sanitário em 1.116 municípios de todas as regiões do Brasil. No caso do Rio, 14 cidades serão contempladas, entre elas Arraial do Cabo, Búzios, Carmo e Vassouras, num total de R$ 87,3 milhões em investimentos.

Dos R$ 3,7 bilhões que serão aplicados nessas ações dos novos contratos, R$ 2,6 bilhões serão do Orçamento Geral da União e R$ 1,1 bilhão de financiamento público federal. De 2011 a 2014, o PAC-2 prevê R$ 35,1 bilhões para saneamento.

Na cerimônia no Palácio do Planalto, Dilma afirmou que o governo tem obrigação de levar condições melhores de vida para todo o Brasil, independentemente do tamanho das cidades. Ela frisou que as obras de saneamento podem transformar a vida dos cidadãos que moram nos pequenos municípios:

- Estamos aqui para garantir que milhares de famílias brasileiras, que residem nos pequenos municípios espalhados por este país afora, tenham direito ao saneamento básico e a melhores condições de saúde e de vida.

Dilma: obras vão reduzir mortalidade infantil

Dilma lembrou que, quando assumiu a Casa Civil, no governo Lula, um auxiliar lhe deu uma "boa notícia": a de que o Fundo Monetário Internacional (FMI) havia liberado o país para investir R$ 500 milhões em saneamento. Hoje, segundo Dilma, o Brasil investe R$ 35,1 bilhões para minimizar o problema:

- Não que eu acredite que isso é suficiente. Não. O Brasil tem um déficit tão grande em saneamento, que nós vamos fazer um esforço e teremos de investir mais do que R$ 35 bilhões. Mas, hoje, temos essa disposição, nós temos esses recursos.

Presente à cerimônia do Planalto, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que as obras são importantes também para reduzir o número de mortos entre crianças com menos de um ano de vida.

- Essas obras não só vão contribuir para a reduzir os déficits de saneamento apresentados pelos pequenos municípios brasileiros, gerando um impacto decisivo na mortalidade infantil e na qualidade ambiental, mas também vão gerar empregos e inclusão social - afirmou.”
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