Dilma e equipe anunciam a meta do crescimento do PIB: entre 4% e 5%



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“A primeira reunião ministerial do ano confirmou que a prioridade do governo de Dilma Rousseff em 2012 será a recuperação do crescimento no país. Ciente da necessidade de angariar capital político para as eleições municipais e ainda cercada das incertezas relacionadas à crise econômica global, a presidente não quer repetir, este ano, o desempenho pífio apresentado no seu primeiro ano de mandato. Engajada pessoalmente na condução da política econômica, Dilma abriu a primeira reunião ministerial do ano ouvindo as apresentações do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, e do titular da Fazenda, Guido Mantega. O foco do encontro, segundo Mantega, foi a discussão sobre como manter o desenvolvimento sustentável.

A equipe econômica aposta em uma expansão do Produto Interno Bruto (PIB) entre 4% e 5%. “O Brasil será um dos poucos países que crescerá mais do que no ano passado”, disse Mantega. Segundo ele, o Brasil só avançará menos que a China e da Índia em 2012. “O Brasil vai continuar na liderança do crescimento mundial”, avalia.
O pilar desse crescimento serão os investimentos públicos, para os quais Mantega garante que não haverá nenhum contingenciamento. Eles serão realizados por meio dos principais programas de governo da presidente Dilma: o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Minha Casa, Minha Vida, além dos investimentos necessários para viabilizar a Copa do Mundo de 2014 — o gastos para a realização do Mundial devem chegar a R$ 33 bilhões.

O avanço também deverá ser perseguido com cortes adicionais na taxa básica de juros (Selic) e estímulos ao crédito, capitaneados pelos bancos públicos. No fim de semana, durante as reuniões prévias, a presidente havia pedido às instituições que apresentem estudos para aumentar a oferta de financiamentos tanto às empresas, quanto aos consumidores. Para Mantega, o avanço do PIB será impulsionado ainda pela confiança da população, que cresce, segundo sua avaliação, desde 2009. “Isso é uma prova de que o ciclo econômico que estamos vivendo hoje deve ter continuidade nos próximos anos”, disse.”
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