Dilma: "Não deem ouvidos ao 'quanto pior, melhor'


Dentro da maior favela do Brasil, a Rocinha, presidente fala em "terrorismo informativo" como ação inaceitável; "Críticas todos têm de aceitar, mas terrorismo não"; com endereço certo à mídia tradicional, Dilma Rousseff atacou "estardalhaço"; "Aqueles que acham que vamos cair no conto do vigário podem esperar sentados"; ela citou a alta taxa de emprego para justificar política econômica; "Vocês se lembram como era antes?", perguntou; presidente anunciou R$ 2,66 bilhões em investimentos para Rocinha, Lins e Jacarezinho

Brasil 247 / Rio247

Os críticos da situação econômica do País voltaram a ser alvo da presidente Dilma Rousseff, que nesta sexta-feira 14 anunciou R$ 2,66 bilhões em investimentos nas comunidades da Rocinha e nos complexos do Lins e do Jacarezinho, no Rio de Janeiro. A presidente defendeu que o Brasil é hoje "um dos países mais sólidos do mundo" e, mesmo em meio à crise internacional, tem a menor taxa de desemprego.

"Vocês lembram como era antes? Tínhamos uma taxa alta, enquanto Europa e Estados Unidos tinham uma baixa", disse a presidente. "E eles vêm dizer que o Brasil é um país em situação difícil. Interessa a eles criar essa ideia", criticou. Segundo Dilma, não são muitas as "pessoas que não acreditam em nada e torcem pra dar errado", mas foram elas que disseram que o governo não conseguiria "fazer nada aqui na Rocinha".

Em resposta a uma série de críticas sobre sua gestão econômica, Dilma Rousseff afirmou que temos "uma das melhores relações entre dívida líquida e PIB" e que "somos muito preocupados em não gastar mais do que temos, somos sérios em relação à política fiscal". Quanto à inflação, mais uma vez garantiu, como em discurso feito na última quarta-feira, em Brasília: "Nós jamais deixaremos que a inflação volte a esse País. Hoje ela está sob controle, ontem estava sob controle, e continuará sob controle".
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