Dilma alerta empresários contra profecias negativas


A pior opção para crise ou a maior dificuldade em qualquer ramo de atividade é o pessimismo, criado por dois motivos interligados e extremamente perigosos. O primeiro deles é a influência das expectativas negativas num mundo globalizado, que bloqueiam soluções. A segunda é a tentação de forçar as profecias mais negativas possíveis em regime pré-eleitoral”, disse a presidente Dilma Rousseff durante a posse da nova diretoria da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), na noite desta sexta-feira

Brasil 247

Durante a posse da nova diretoria da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), a presidente Dilma Rousseff voltou a alertar o setor contra "profecias negativas".

“O Brasil tem sido afetado por cenários de grande incerteza, que tem causado taxas menores de crescimento que em períodos anteriores. Mas mesmo assim, todas positivas. A pior opção para crise ou a maior dificuldade em qualquer ramo de atividade é o pessimismo, criado por dois motivos interligados e extremamente perigosos. O primeiro deles é a influência das expectativas negativas num mundo globalizado, que bloqueiam soluções. A segunda é a tentação de forçar as profecias mais negativas possíveis em regime pré-eleitoral”, disse.

Segundo Dilma, os indicadores atuais apresentam “muito mais robustez do que há 12 anos”, em referência ao governo do presidente tucano FHC. Disse que, em 15 anos de regime de metas de inflação, adotado em 1999, o resultado “estourou” o teto em apenas três anos. “E não foram no meu governo e nem do governo do (ex) presidente Lula”, afirmou.

Ela destacou ainda motivos para empresários se manterem otimistas e confiantes no aquecimento da indústria e retomada do crescimento, como o conjunto de estímulos, já anunciados, para reduzir custos de produção em curto prazo, dando mais força à indústria.

Segundo Dilma, o desenvolvimento sustentável do Brasil só será possível com indústria forte e pujante. “Temos mobilizado todos os instrumentos para preservar nosso crescimento, e principalmente, para garantir a continuidade da criação de empregos para os brasileiros. Perseguimos este objetivo, sem abdicar, um só instante, da robustez dos fundamentos macroeconômicos.(…) O Brasil, nesse momento, é um dos seis países do G-20 que registram superávit primário nas suas contas, junto com Arábia Saudita, a Itália, Alemanha, Turquia e a Coreia do Sul. Os demais não registram superávit primário”, afirmou.'
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