Dilma ao FT: golpe foi também misógino


"Uma mulher em cargo de autoridade é chamada de durona, enquanto um homem é chamado de forte", observa Dilma Rousseff, presidente deposta em maio, em entrevista ao jornal britânico Financial Times; ela foi listada pelo veículo de economia entre as "mulheres do ano" em uma edição especial que se propõe a "celebrar as conquistas das mulheres, e registrar seus fracassos"; o próprio jornal, que foi um dos principais críticos da imprensa estrangeira ao governo Dilma, diz que o impeachment foi um processo político: "O verdadeiro motivo pelo qual ela perdeu o poder foi a queda na sua popularidade em meio a uma recessão crescente e uma investigação de corrupção na estatal Petrobras"

Brasil 247 -

Jornal que foi crítico ferrenho do governo de Dilma Rousseff, chegando a pedir a cabeça de nomes importantes da economia, como o do ex-ministro Guido Mantega, o britânico Financial Times lista a presidente deposta pelo impeachment entre as "mulheres do ano" em uma edição especial que se propõe a "celebrar as conquistas das mulheres, e registrar seus fracassos".

O jornal traz uma entrevista com a ex-presidente, descrita como "relaxada" para uma pessoa que foi deposta da presidência da República há poucos meses, apesar das duras críticas ao processo, que como lembra, deve ser tratado como um "golpe". Para Dilma, o golpe foi também misógino.
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